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A Criação do Mundo (Gênesis 1-2): Narra a criação do universo por Deus em seis dias e o descanso no sétimo dia.

Essa é uma das passagens mais icônicas e significativas da Bíblia. Ela não apenas descreve a origem do universo, mas também estabelece os fundamentos da cosmovisão judaico-cristã sobre a criação e a natureza de Deus.

De acordo com Gênesis 1-2, Deus criou o mundo em seis dias, delineando uma ordem específica para cada etapa do processo criativo. No primeiro dia, Ele separou a luz das trevas, introduzindo a distinção fundamental entre o dia e a noite. No segundo dia, criou o firmamento para separar as águas do céu e as águas da terra. No terceiro dia, separou as águas da terra seca, criou os mares, e fez brotar a vegetação.

Nos três dias seguintes, Deus preencheu os espaços criados. No quarto dia, criou o sol, a lua e as estrelas, para governarem o dia e a noite e marcarem as estações, dias e anos. No quinto dia, Ele povoou os mares e os céus com peixes e aves. No sexto dia, criou os animais terrestres e, por último, criou o homem à Sua própria imagem e semelhança, concedendo-lhe autoridade sobre a criação.

Após cada dia, a narrativa declara que Deus viu que tudo era bom. E, ao final do sexto dia, Ele avaliou Sua criação como “muito boa”. O sétimo dia, então, é santificado como o dia do descanso divino, um padrão que estabelece o ciclo semanal de trabalho e descanso observado por muitos até os dias de hoje.

A narrativa da Criação do Mundo é muito mais do que uma mera descrição de eventos. Ela reflete as crenças profundas sobre a natureza de Deus como Criador soberano e benevolente, assim como a dignidade e responsabilidade do ser humano como o ápice de Sua criação. Além disso, a ordem e a harmonia presentes na criação destacam o cuidado e a sabedoria divina em cada detalhe do universo.

Assim, a história da Criação do Mundo não apenas oferece uma explicação para a origem do universo, mas também estabelece um quadro teológico e ético que moldou as tradições religiosas e filosóficas por milênios. Ela continua a inspirar reflexões sobre a relação entre Deus, o homem e o cosmos, além de despertar admiração diante da beleza e complexidade da criação divina.

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